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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

55 milhões para a Lusa ...euronews só quer 2

A agência noticiosa Lusa receberá do Estado pela renovação do contrato de serviço público celebrado para o triénio 2010-2012 um total de 55.524.443,06 euros, divulgou hoje o Diário da República.

O montante total corresponde a 17.735 euros inscritos para o exercício de 2010, 18.640 em 2011 e 19.147 destinados ao exercício de 2012.

Confrontado com este aumento, o presidente do conselho de administração da Lusa, Afonso Camões, explicou que “o montante líquido anual que a Lusa recebeu e irá receber é o mesmo, cerca de 15 milhões de euros. As variações apenas têm que ver com a actualização da inflação e do IVA”, ao longo do triénio, esclareceu.

A Lusa apresentou em 2010 resultados líquidos de 654 mil euros e distribui aos accionistas dividendos na ordem dos 327 mil euros. A agência de notícias registou, por outro lado, no final do terceiro trimestre do ano em curso lucros de 1,94 milhões de euros. “Uma parte deste crescimento deve-se à redução da massa salarial entre 5 e 10 por cento em 2011, determinada pelo Governo”, indicou ainda Afonso Camões.

A Lusa e o Estado assinaram um contrato de prestação de serviço público em 31 de Julho de 2007 que “reconhece o interesse público dos serviços noticiosos e informativos prestados por esta sociedade e define as regras de pagamento da respectiva indemnização compensatória”, cujo termo inicial de vigência foi definido até 31 de Dezembro de 2009, tendo sido entretanto renovado “automaticamente, por um período de três anos, nos termos contratualmente estabelecidos”, esclarece o Diário da República.

A resolução do Conselho de Ministros agora publicada vem regularizar “a existência de uma situação contratual de facto sem que a repartição do encargo orçamental em mais do que um ano económico tenha sido objecto de autorização expressa”, explicita ainda o documento.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Discriminação em (de) Portugal


A República Portuguesa discrimina o Presidente quando permite que o Estado pague mais a funcionários de organismos de alegado serviço público? Mais do que ao ao Chefe do próprio Estado?,

Os salários dos funcionários da RTP, acima do teto normal na sociedade portuguesa - principalmente os que estão acima dos 3 mil euros por funções exercidas por outros pagos abaixo dos 1500... e mesmo dos 600 - são aceites pelos sindicatos que protestam e todos os partidos representados na Assembleia da República?

Os administradores da RTP não vão responder judicialmente pelos milhões empregues em programas de manipulação do interesse público? Nomeadamente as novelas compradas em saldo à SIC, que passam diariamente na RTPi e que tão nocivas são para a cultura portuguesa na diáspora?

Exemplos: tráfico de orgãos, como uma generalidade, tráfico de crianças, raptadas em clínicas de políticos corruptos portugueses, romances de mulheres casadas com padres...um atentado permanente feito pelos mesmos atores e os mesmos produtores...

Por outro lado: se os funcionários de continuidade são pagos com dinheiro de patrocinadores, devem ir para as televisões privadas, onde não chocam irmandades, fraternidades e afins. Se forem jornalistas com salário pagos pela televisão pública...desculpem, senhores "ouvintes, leitores": com 13 mil euros por mes, pagam-se 13 jornalistas estagiários, desempregados, seja que for...mas dignos.

Jornalistas que vivem do produto das suas investigações independentes e não os que recebem uma dúzia de mil euros e ainda passsam umas horas diárias a lecionar nas universidades públicas!

O mesmo vale para os produtores, diretores, chefes encadeados num regime velho, num sistema gasto que não se coaduna com os princípios de desenvolvimento e justiça equitativa a nível europeu.

Não e por acaso que a Europa cedeu pelas pontas fragilizadas dos que fizeram ceder os códigos por interpretações abusivas e egoistas em nome ... de tudo o que não era o interesse social, o bem estar comum.



A moralidade de uma exigência de austeridade, em Portugal, deve começar pelo exemplo e pela legislação. Caso contrário... será inimiga da democracia,

A verdade é outro elemento essencial: quando falarem de parcerias da RTP e de alguns contratos, falem corretamente de números.

Sem transparência não há lealdade nem respeito. As fugas começam...e as parvoíces em todos os sentidos.

Assumam que Portugal não voltará a ser conhecido como pais de corruptos ou pedófilos que não cumprem prisão efetiva e continuam a ter voz publicamente.


Como as novelas da RTP fazem crer...mesmo antes das notícias das 20:00, hora de Lisboa.