Mostrar mensagens com a etiqueta monarquia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta monarquia. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 28 de março de 2013

Morte do Dr.Costa Alemão


Faleceu ontem o Dr. JOSÉ PEDRO COSTA ALEMÃO TEIXEIRA.

  
Para além de relevante actividade pública e social, Dr. JOSÉ PEDRO COSTA ALEMÃO (como era mais conhecido) foi sempre um Monárquico militante, tendo sido um dos Fundadores da Real Associação de Coimbra, de que foi o 1.º Presidente da Assembleia Geral.
O corpo do Dr. JOSÉ PEDRO COSTA ALEMÃO está no Centro Funerário de Nossa Senhora de Lurdes, em Coimbra, onde se celebrará hoje (dia 28 de Março), pelas 14h30, Missa de corpo presente, seguindo depois o funeral para o complexo funerário da Figueira da Foz

terça-feira, 19 de março de 2013

Monarquia vai à Escola



"Todos achamos que o mundo começa quando nascemos...mas não é bem
assim". Este foi o mote para a dinâmica palestra de João Lancastre e
Távora, orador da Causa Real de Lisboa*, na  Biblioteca Escolar Dr.
João de Barros da Figueira da Foz,  na manhã de sexta-feira que fechou
o período escolar antes das férias da Páscoa.
 As bandeiras da História de Portugal para os alunos e convidados
enquadraram um ambiente de curiosidade, provocação intelectual e algum
revivalismo, ao som de um velho gramofone e com uma exposição de
exemplares de jornais e livros de início do séc XIX.
A Drª Helena Santos, professora de História, e elemento da equipa da
Biblioteca Escolar, tendo por base o projeto global de O Museu vai à
Escola- em parceria com o Museu Municipal Dr. Santos Rocha, integrado
nos serviços educativos daquele museu, idealizou o alargamento dos
conteúdos do 9º ano na disciplina de História à realização da
conferência do orador da Causa Real, João Távora, coadjuvado pelo
presidente da Real Associação de Coimbra, o advogado Joaquim Nora.
A responsável bibliotecária do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana
da Figueira da Foz, Isabel Lucas (Matemática e Físico-Química),
acarinhou e deu voz ao projeto, que foi designado de "Monarquia,
Passado e Presente."
A atividade foi ainda articulada com o Departamento de Ciências
Sociais e Humanas.

Cerca de meia centena de alunos deste Agrupamento teve, pela primeira
vez, contacto com alguns personagens que falaram na primeira pessoa da
nossa história.
Decorreu, simultaneamente, uma mostra de histórias da História, de
Sousa Martins, Conde do Lavradio, etc, e de alguns jornais (franceses
e portugueses (António Maria com Bordalo Pinheiro) de 1827 até ao
Regicídio, da bibiblioteca Castilho da Costa Raposo de Medeiros, de Marta Carvalho, 
da Reta Monarquia da Figueira da Foz
Os convidados foram presenteados com exemplares do livro de João de
Barros e distribuiram o último exemplar da Revista da Causa Real que
destaca Dona Adelaide de Bragança. Os alunos também tiveram direito a
brindes. Um dos momentos altos da palestra foi a audição de uma marcha
reproduzida num gramofone em disco de resina e cola.

O objetivo da iniciativa foi a abordagem do passado histórico com
enquadramento da monarquia nos dias de hoje em contexto democrático.




Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz
Escola EB 2,3ºCiclos Dr. João de Barros

Avenida Doutor Manuel Gaspar de Lemos 29, 3080 Figueira da Foz
telf. 233 401 620



* João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no
Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de
sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor:
casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação
e do Marketing. Participando em diversos projectos de participação
cívica, é dirigente associativo e participa em vários blogues,
projectos de intervenção e comunicação política.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Dom Duarte na Figueira


A presença de Dom Duarte na Figueira da Foz suscitou questões, há muito silenciadas, tanto por republicanos como por monárquicos ou académicos, monárquicos ou não.
O Professor Aníbal de Castro, a quem, unanimemente, todos chamam Mestre, levantou o véu sobre a carbonária e a maçonaria, o seu papel no regicídio e na manipulação das suas consequências. Na realidade, nunca ninguém falou no pós-regicídio - como se a democracia se tivesse instalado milagrosamente a seguir ao drama vivido no Terreiro do Paço ou depois do exílio e morte de Dom Manuel II.

Tamém foi focada, por vários intervenientes na Tertúlia de Fátima Campos Ferreira, no Casino da Figueira, a questão da expoliação dos bens da Casa de Bragança, na época da extinção dos morgadios. Os bens da Casa de Bragança não são os bbens da Monarquia, mas de uma dinastia.

Aliás, ficou evidente que a República pouco cuida dos bens, como as Joias da Coroa, à sua guarda. Estou tão abandonadas num cofre sem segurança algures na Europa, que é melhor nem especificar muito para não atrair ladrões de casaca ou doutra estirpe.

Uma crítica foi sublinhada: os gastos exorbitantes com o centenário da república: foram atribuidos 10 milhões para as celebrações, sem concurso público, sem nada. "A FundaÇão Camões não tem esse orçamento, por exemplo", queixou-se Sua Alteza Real.

Sem querer explicar-se muito sobre a própria curiosidade cibernáutica ("por se deizerem tantos disparates nos sites e redes sociais") mostrou que está up to date em relação aos sites do Instituto da Democracia ou de sites de várias Causas Reais. Salientou que a desunião tem sido um dos aspectos que mais afecta a construção de uma possível campanha pela monarquia, na expectativa de alteração constitucional. Os comentários desempoeirados, honestos, de uma simplicidade espantosa, suscitaram várias vagas de riso abafado no salão nobre do Casino. Risos de admiração por tal valentia na apresentação de argumentos.
E pelo humor:
- "Estamos aqui para descomemorar a república"



Hoje, pode ler-se no Diário Digital e na Lusa, que o pretendente ao trono português, D. Duarte Pio de Bragança, defende uma verdadeira revolução nacional cultural contra os absurdos programas escolares, classificando de mentira» a História de Portugal que se ensina nas escolas.

"Tenho muitas vezes de explicar [ao filho Afonso] que o que ensinam no programa oficial de História de Portugal, a maior parte é mentira", disse D. Duarte, ontem, quinta-feira, durante uma tertúlia no Casino da Figueira.

Respondendo a uma pergunta da jornalista Fátima Campos Ferreira, anfitriã da tertúlia "125 minutos com...", sobre o acompanhamento do percurso escolar do filho, D. Duarte acrescentou que História de Portugal retratada nos manuais escolares "é propaganda política".