2010/MAI/06
SJ pode ser assistente no processo contra Ricardo Rodrigues
O Sindicato dos Jornalistas (SJ) considera que Ricardo Rodrigues poderá responder criminalmente por atentado à liberdade de informação por se ter apoderado de gravadores de jornalistas ao serviço da revista “Sábado”, pelo que decidiu constituir-se assistente no processo resultante da queixa que aqueles apresentaram contra o deputado.
Em comunicado hoje divulgado, 6 de Abril, o SJ reitera a condenação do acto, levado a cabo por Ricardo Rodrigues com o intuito de impedir a divulgação da entrevista que concedeu à "Sábado", e sublinha que o deputado tem a "indeclinável obrigação de saber que os gravadores em causa podem conter gravações cuja confidencialidade deve ser protegida e que nem mesmo o Tribunal Cível de Lisboa pode aceder ao seu conteúdo sem decisão judicial nos termos da Lei e cumpridos todos os requisitos para o efeito".
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Liberdade...quem a tem chama-lhe sua
Em Portugal há, pelo menos, um eleito socialista que não percebe o que é viver em democracia e respeitar a liberdade de informação.
O deputado do PS, Ricardo Rodrigues apropriou-se dos gravadores de jornalistas ao serviço da revista "Sábado", na passada sexta-feira, no decorrer de uma entrevista em que se sentiu posto em causa.
Como considero que o acto de confiscar cabe aos Tribunais, em execução de pena, o que o senhor Rodrigues fez foi roubar... e é feio meter a foice em seara alheia. No mínimo.
Será que, depois, ouviu as gravações dos jornalistas? Apagou-as ou impediu, apenas, a sua realização? Pediu desculpa ou não assumiu culpa?
Enfim...uma tristeza.
O deputado do PS, Ricardo Rodrigues apropriou-se dos gravadores de jornalistas ao serviço da revista "Sábado", na passada sexta-feira, no decorrer de uma entrevista em que se sentiu posto em causa.
Como considero que o acto de confiscar cabe aos Tribunais, em execução de pena, o que o senhor Rodrigues fez foi roubar... e é feio meter a foice em seara alheia. No mínimo.
Será que, depois, ouviu as gravações dos jornalistas? Apagou-as ou impediu, apenas, a sua realização? Pediu desculpa ou não assumiu culpa?
Enfim...uma tristeza.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
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foto arte design
A directora geral da UNESCO pediu hoje, no dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se faça um minuto de silêncio pelos jornalistas que morreram em trabalho.
"O direito de saber é fundamental para a defesa de outros direitos fundamentais, para promover a transparência, justiça e desenvolvimento", refere Irina Bokova, adiantando que a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão "reforçam a democracia".
Muitos jornalistas - adianta - exercem a sua profissão num ambiente onde as restrições à informação são a norma, onde lidar com pressão ou intimidação está presente diariamente.
"Convido todos a um minuto de silêncio para honrar os jornalistas que pagaram com a vida o nosso direito à informação", apela Irina Bokova na mensagem anual onde também exorta os governos, a sociedade civil e os meios de comunicação social do mundo a juntar esforços com a UNESCO na promoção da liberdade de informação no mundo.
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foto artedesign
Por mim, lembro todos os camaradas com quem trabalhei ou me cruzei e foram assassinados no Sudão, na ex-Jugoslávia, em Angola...alguns, foram torturados antes da morte para revelação de fontes e material.
Que a liberdade de imprensa honre a sua memória.
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foto arte design
A directora geral da UNESCO pediu hoje, no dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se faça um minuto de silêncio pelos jornalistas que morreram em trabalho.
"O direito de saber é fundamental para a defesa de outros direitos fundamentais, para promover a transparência, justiça e desenvolvimento", refere Irina Bokova, adiantando que a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão "reforçam a democracia".
Muitos jornalistas - adianta - exercem a sua profissão num ambiente onde as restrições à informação são a norma, onde lidar com pressão ou intimidação está presente diariamente.
"Convido todos a um minuto de silêncio para honrar os jornalistas que pagaram com a vida o nosso direito à informação", apela Irina Bokova na mensagem anual onde também exorta os governos, a sociedade civil e os meios de comunicação social do mundo a juntar esforços com a UNESCO na promoção da liberdade de informação no mundo.
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foto artedesign
Por mim, lembro todos os camaradas com quem trabalhei ou me cruzei e foram assassinados no Sudão, na ex-Jugoslávia, em Angola...alguns, foram torturados antes da morte para revelação de fontes e material.
Que a liberdade de imprensa honre a sua memória.
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