segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Os animais do circo ou os do Parlamento?
É impossível não pensar nos animais que querem proibir nos circos portugueses!!! SE há gente que ama os seus animais como famíliares são os artistas circenses.
Heróis Sem Tempo - Anabela Vaz

A jornalista Anabela Vaz, que nos deixou em choque no dia 14 de Outubro, com a sua repentina partida aos 42 anos de idade, e quando tudo fazia augurar um lindíssimo futuro com a recém-criada AVídeo, vai ser sempre a melhor das jornalistas no coração dos camaradas de trabalho.
No bom jornalismo é como na tropa: uma vez camarada, toda a vida camarada.
Por isso não gostei de, nalgumas notícias, chamarem-lhe ex-jornalista, por ela ter tido o carácter de uma leoa e se ter retirado da profissão oficialmente (devido a terceiros e a um mal entendido). Porque o seu olhar clínico continuava a ser o de uma jornalista, filmasse ou fotograsse o que filmasse ou fotografasse.
Quando lhe telefonei a perguntar se queria que eu a credenciasse com a minha equipa da euronews no Six Days Enduro ela respondeu-me que sim, que a credenciasse porque "estava doente, não estava morta".
Assim, aquilo que me participaram depois de uma jornada de enduro foi isso: ela foi, apressadamente, para algum lugar onde era mais precisa. Disseram-me outra coisa, fiquei em choque, chorei, bebi, cantei e chorei. Conclui aquilo que disse: que ela só podia mesmo ter ido em viagem....mais celeste do que as habituais.
Porque as pessoas que amamos sentam-se nas núvens para nos acenar quando pensamos nisso. Não é gente que morra. É gente que protagoniza aquilo que apenas continuamos neste caminho.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Grande desfile Figueira
Querem ver coisas lindas?
O grande desfile de motos e participantes no Six Days Enduro é às 18:00 pm, no sábado, na Figueira da Foz.
O grande desfile de motos e participantes no Six Days Enduro é às 18:00 pm, no sábado, na Figueira da Foz.
Six Days Enduro

Da Federação de Motociclismo de Portugal:
International Six Days Enduro – 2009
Ecos da primeira apresentação pública
A primeira apresentação pública dos International Six Days Enduro (I.S.D.E.) teve lugar no Auditório do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, onde foram desvendados alguns importantes pormenores sobre este Campeonato do Mundo por países, a disputar em Outubro de 2009 na Figueira da Foz.
[15-01-2008 20:36:12]
A cerimónia contou com a presença do próprio Presidente da Federação Internacional de Motociclismo (F.I.M.), Vito Ippolito, bem como do Director-Geral da instituição, Guy Maitre. A apadrinhar o evento compareceram também altos representantes de entidades que vão estar associadas aos I.S.D.E., nomeadamente o Secretário de Estado da Juventude e Desporto, Dr. Laurentino Dias, e o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Eng. Duarte Silva.
No discurso de apresentação o Presidente da F.N.M., Dr. Jorge Viegas, sublinhou que "numa altura em que acabámos de perder o "Dakar", é importante continuar na senda dos grandes eventos desportivos. Os I.S.D.E. constituem uma prova de grande dimensão, pois envolvem aproximadamente três mil pessoas, presentes durante cerca de quinze dias na Figueira da Foz."
Além de informar que o orçamento da prova se cifrará entre "1,5 e dois milhões de euros", Jorge Viegas revelou que a escolha da Figueira da Foz também corresponde ao interesse de mostrar, além-fronteiras, que Portugal não é só Lisboa e Porto, sendo importante apostar nas cidades de média dimensão do país – atitude praticada pela F.N.M. na localização da maioria das doze provas internacionais que anualmente já tem a seu cargo.
Já o Presidente da F.I.M., Vito Ippolito, realçou os "resultados excelentes de há 10 anos", quando Portugal acolheu pela primeira vez os ISDE, acrescentando tratar-se de uma competição "muito complexa de organizar e cujos resultados são seguidos em todo o Mundo, pois é como que as Olímpiadas do motociclismo".
Por sua vez, o Secretário de Estado da Juventude e Desporto declarou que este Campeonato do Mundo de Enduro por Países "será como um bálsamo após a decepção que foi o cancelamento do Lisboa-Dakar, que deixou uma marca triste." Além de confirmar o apoio do Instituto do Desporto de Portugal a esta iniciativa, Laurentino Dias sublinhou ainda o facto do Desporto constituir um "excelente veículo de propaganda de Portugal."
Finalmente, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz agradeceu a atribuição do evento à cidade, afirmando que a Figueira tem estruturas adequadas para a realização dos ISDE – como seja a nível de hotelaria e restauração – e condições óptimas para a prática de modalidades ao ar livre.
Agora, é tempo de prosseguir com a preparação da prova – a 84.ª edição dos ISDE – que levará à Figueira cerca de meio milhar de pilotos em Outubro de 2009.

Representantes das entidades presentes na apresentação dos ISDE.
A contar da esquerda: Eng. Duarte Silva (Presidente da Câmara da Figueira da Foz), Dr. Laurentino Dias (Secretário de Estado da Juventude e do Desporto), Dr. Jorge Viegas (Presidente da F.N.M.) e Vito Ippolito (Presidente da F.I.M.)
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Politkovskaya: três anos depois, assassinos continuam à solta
.

Anna Politkovskaiia foi encontrada morta no elevador do prédio em que vivia, no dia de aniversário de Vladimir Putin, a 7 de Outubro de 2006.
Foi uma vizinha que a descobriu. Os polícias, mais tarde, também recolheram no local uma pistola Makarov de 9 mm e quatro cápsulas de balas. Três anos depois, apesar de todas as provas, os culpados continuam em liberdade e a investigação derrapa.
O assassínio desta jornalista, figura de proa na Rússia da oposição ao presidente Vladimir Putin e ao governo fantoche da Tchetchénia, provocou uma onda de choque na Rússia e no Mundo.
O presidente russo não reagiu durante três dias. Só se pronunciou aquando do funeral, durante uma viagem à Alemanha:
"Quem tiver feito o crime, e quaisquer que tenham sido as motivações, leva-nos a constatar que é uma crime horrível, lamentável pela crueldade, e que não deve ficar impune. "
A realidade demonstrou o contrário. O inquérito deu em nada e fica impressão que os culpados não foram verdadeiramente procurados. Anna já tinha sido envenenada com um chá num avião das linhas estatais, dois anos antes, e as ameaças por email continuaram sempre, até à morte.
Em Junho de 2008, o inquérito foi encerrado. Quatro suspeitos foram ouvidos à porta fechada, mas foram libertados por falta de provas.
Os irmãos Makhmoudov, de origem tchetchena, e Sergueï Khadjikourbanov, um antigo polícia, foram novamente ouvidos no Supremo Tribunal em Agosto passado. Foi o segundo processo interrompido. Baixou à primeira instância em Setembro.
No último artigo, inacabado, Anna Politkovskaïa acusava as forças tchetchenas de recorrer à tortura contra so civis e presumíveis rebeldes.
E era precisamente a acusação que repetia a amiga e militante dos Direitos do Homem, Natalia Estemirova, abatida em Grozny, no passado mês de Julho.

AS duas mulheres eram demasiado críticas para o regime de Ramzan Kadyrov, o presidente tchetcheno que tem a confiança do Kremlin.
Ontem, conseguiu ganhar o processo de difamação que tinha contra a ONG que o acusa da morte da activista. Os advogados constataram no tribunal "a tendência para os críticos de Kadyrov acabarem mal".

Anna Politkovskaiia foi encontrada morta no elevador do prédio em que vivia, no dia de aniversário de Vladimir Putin, a 7 de Outubro de 2006.
Foi uma vizinha que a descobriu. Os polícias, mais tarde, também recolheram no local uma pistola Makarov de 9 mm e quatro cápsulas de balas. Três anos depois, apesar de todas as provas, os culpados continuam em liberdade e a investigação derrapa.
O assassínio desta jornalista, figura de proa na Rússia da oposição ao presidente Vladimir Putin e ao governo fantoche da Tchetchénia, provocou uma onda de choque na Rússia e no Mundo.
O presidente russo não reagiu durante três dias. Só se pronunciou aquando do funeral, durante uma viagem à Alemanha:
"Quem tiver feito o crime, e quaisquer que tenham sido as motivações, leva-nos a constatar que é uma crime horrível, lamentável pela crueldade, e que não deve ficar impune. "
A realidade demonstrou o contrário. O inquérito deu em nada e fica impressão que os culpados não foram verdadeiramente procurados. Anna já tinha sido envenenada com um chá num avião das linhas estatais, dois anos antes, e as ameaças por email continuaram sempre, até à morte.
Em Junho de 2008, o inquérito foi encerrado. Quatro suspeitos foram ouvidos à porta fechada, mas foram libertados por falta de provas.
Os irmãos Makhmoudov, de origem tchetchena, e Sergueï Khadjikourbanov, um antigo polícia, foram novamente ouvidos no Supremo Tribunal em Agosto passado. Foi o segundo processo interrompido. Baixou à primeira instância em Setembro.
No último artigo, inacabado, Anna Politkovskaïa acusava as forças tchetchenas de recorrer à tortura contra so civis e presumíveis rebeldes.
E era precisamente a acusação que repetia a amiga e militante dos Direitos do Homem, Natalia Estemirova, abatida em Grozny, no passado mês de Julho.

AS duas mulheres eram demasiado críticas para o regime de Ramzan Kadyrov, o presidente tchetcheno que tem a confiança do Kremlin.
Ontem, conseguiu ganhar o processo de difamação que tinha contra a ONG que o acusa da morte da activista. Os advogados constataram no tribunal "a tendência para os críticos de Kadyrov acabarem mal".
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
preguiça pura
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Polanski provocou a própria prisão com uma alegação ao procurador

p/ a euronews, com Beatriz Beiras
Em 1977 Roman Polanski fez um acordo com o Procurador de Los Angeles: declarava-se culpado de ter relações sexuais ilegais com uma menor de 13 anos de idade e, em troca, era condenado a 42 dias de prisão, que já cumpriu.
O cineasta também foi acusado de dar drogas e álcool à vítima, Samantha Geimer.
Mas Polanski não esperou que fosse ditada a sentença, convencido de que o juiz (que, entretanto, morreu) não ia respeitar o acordo e o ia enviar muitos anos para trás das grades. Em 1978, fugiu para França e não regressou aos Estados Unidos.
Passaram mais de 30 anos, ao longo dos quais,. Polaski construi uma carreira de sucesso coroada de prémios. A justiça americana tentou, várias vezes, prendê-lo, mas o cineasta foi sempre mais rápido do que a burocracia - nomeadamente nas tentativas de detenção em Inglaterra e no Canadá. O amigo Volker Schloendorff explica:
"No Verão, quando fez este filme, veio cá visitar-me. Estivémos juntos e repetiu que havia certos países onde não ia. Mas não esperava uma detenção na Suíça, assim como ninguém."
A detenção na Suíça, no dia 26 do corrente, suscita algumas interrogações. Porquê agora, que Polanski tem uma casa em Gstaad e é assíduo na região?
Jean Rosenbluth, jurista americana, considera isto um erro dos advogados nos Estados Unidos.
"No recurso feito antes da moção ser recusada, ele terá, aparenteemtne, afirmado, ou os advogados, que o gabinete do procurador não o tentou encontrar nos últimos 30 anos e não o queria encontrar por alegada má gestão do dossiê".
Foram estas alegações que incitaram o gabinete do procurador a encontrar uma situação em que pudesse deter Polanski. O que aconteceu na Suíça, que tem um Tratado de Extradição com os Estados Unidos e onde o delito de que Polanski é acusado não prescreve.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Reclamação CP
Da Figueira da Foz, fui de carro a Pombal "apanhar o Intercidades" das 4:25 (o das 3:30 chegaria com demasiada antecedência) para Lisboa no dia das eleições legislativas. À porta da estação de Pombal, o ambiente estava acalorado: agentes da PSP, muitos automóveis mal estacionados, muitos jovens e familiares...demasiada gente. Qual o meu espanto, quando chegou a minha vez, e ouvi o funcionário dizer que não havia lugares desde o Intercidades anterior nem para o das 4 ou das 6 e tal, nem em 1a. Estranhei: quando eu estudava Direito em Lisboa e ia a Alfarelos - por mais soldados ou estudantes que houvesse ao domingo, ninguém ficava em terra. Então não podiam atrelar duas ou três carruagens, então não podiam criar alternativas com outros comboios ou autocarros fretados pela CP? Não, respondeu-me o homem já agastado...e eu a insistir: tinha de chegar às 6:30 pm ao aeroporto para fazer o check in para o voo da TAP Lisboa/Lyon. Não e não.
Pergunto agora: que fazem os administradores que não administram as empresas públicas ou que não antecipam problemas com base em sondagens e notícias dadas com tanta antecedência em relação às eleições? Não sabiam que ia haver uma supermobilidade com base nas sondagens? Não criaram alternativas porquê? Eu tive uma mãe que acabou por me levar ao aeroporto e tivémos a sorte da portagem não estar bloqueada. Mas outros ficaram para trás. Uma estudante foi maltratada por não terem querido aceitar o desconto de estudante num lugar de 1a dois comboios depois daquele que ela precisava. Está tudo doido? Acho que devem ler com atenção as reclamações que vos vão chegar às mãos do dia 27 de Setembro. Por mim, quero apenas que me respondam porque é que a CP de há 25 anos tinha alternativas para os utentes e a CP do séc XXI não tem. Querem assim tanto fazer o TGV para tratar tão mal o que de melhor temos? O que é para vós a mobilidade? Andarmos, cada um, no seu poluente automóvel?
Maria João Carvalho
Jornalista na Euronews
Utente de todos os transportes públicos e privados
resposta da CP:
Exº Senhor (a)
Agradecemos desde já o seu contacto.
Nesta data foi enviado à nossa Unidade de Negócio:
CP Longo Curso
para tratamento e informação posterior
Melhores cumprimentos
Pergunto agora: que fazem os administradores que não administram as empresas públicas ou que não antecipam problemas com base em sondagens e notícias dadas com tanta antecedência em relação às eleições? Não sabiam que ia haver uma supermobilidade com base nas sondagens? Não criaram alternativas porquê? Eu tive uma mãe que acabou por me levar ao aeroporto e tivémos a sorte da portagem não estar bloqueada. Mas outros ficaram para trás. Uma estudante foi maltratada por não terem querido aceitar o desconto de estudante num lugar de 1a dois comboios depois daquele que ela precisava. Está tudo doido? Acho que devem ler com atenção as reclamações que vos vão chegar às mãos do dia 27 de Setembro. Por mim, quero apenas que me respondam porque é que a CP de há 25 anos tinha alternativas para os utentes e a CP do séc XXI não tem. Querem assim tanto fazer o TGV para tratar tão mal o que de melhor temos? O que é para vós a mobilidade? Andarmos, cada um, no seu poluente automóvel?
Maria João Carvalho
Jornalista na Euronews
Utente de todos os transportes públicos e privados
resposta da CP:
Exº Senhor (a)
Agradecemos desde já o seu contacto.
Nesta data foi enviado à nossa Unidade de Negócio:
CP Longo Curso
para tratamento e informação posterior
Melhores cumprimentos
Confraria do Arroz entroniza Zé Carvalho
A CONFRARIA DO ARROZ E DO MAR entronizou José Carvalho a título póstumo; todos o conheciam ou por Zé do Búzio ou por Zé Gémeo. A sua irmã Júlia Curado teve o cuidado de partilhar connosco o que foi dito na cerimónia, o que muito agradecemos com amizade e reconhecimento (infelizmente não estou a conseguir publicar a foto que a Júlia enviou com o texto; vai uma de arquivo).

JOSÉ HENRIQUE MENDES RODRIGUES DE CARVALHO nasceu há 53 anos na cidade da Figueira da Foz, mais precisamente a 5 de Março 1956.
O Zé Henrique de Carvalho julgo que dispensa de grandes apresentações, mas podemos dizer que:
- Nasceu e cresceu no seio de uma família em que as palavras de ordem foram sobretudo a solidariedade e amizade sem olhar a quem, valores que o ZÉ sempre soube preservar com o coração aberto.
Toda a educação básica do Zé Gémeo se processou nesta cidade, desde o Jardim-Escola João de Deus, passando pela Escola Primária Conde Ferreira e Ensino Preparatório na Velha Academia Figueirense, bem como posteriormente o Secundário no então Novo Liceu Nacional da Figueira da Foz.
Foi a partir do enlace do Zé com a Rosa, já em Abril de 1990, que em seu nome pessoal e como sócio gerente do Restaurante Búzio, se dedicou à defesa, valorização, difusão e promoção da Cozinha Regional da Figueira da Foz, bem como de outras Regiões.
Participou nos mais diversos eventos gastronómicos e culturais, nomeadamente nos da “Confraria do Arroz e do Mar”, tendo sempre por objectivo difundir e promover a nossa gastronomia desde o Arroz ao Pescado da Figueira da Foz e Baixo Mondego, difundindo igualmente os vinhos da região da Figueira, levando o nome da Figueira da Foz aos mais variados destinos.
Nos numerosos eventos, convívios e festivais gastronómicos em que cooperou promoveu sempre o nome da Figueira quer a nível nacional quer a nível internacional, tendo participado no Festival Gastronómico de Santarém, de Lisboa, chegando a representar o Município da Figueira da Foz na Casa de Portugal em Toronto, no Canadá.
F.Foz, 19.Setembro.2009
+++++++++
Como foi dito, o Zé Henrique colaborou por diversas vezes com a Confraria do Arroz e do Mar, a última das quais aquando da Feira Gastronómica de Santarém, ocasião em que o Zé manifestou vontade de pertencer à Confraria. A intenção desta entronização datava assim de há meses atrás, o que não foi possível concretizar por “falta de tempo”.
Uma vez que não tinha havido mais nenhum Capítulo após a participação da Confraria na Feira de Santarém foi decidido proceder, agora à entronização do Zé, a título postumo.

JOSÉ HENRIQUE MENDES RODRIGUES DE CARVALHO nasceu há 53 anos na cidade da Figueira da Foz, mais precisamente a 5 de Março 1956.
O Zé Henrique de Carvalho julgo que dispensa de grandes apresentações, mas podemos dizer que:
- Nasceu e cresceu no seio de uma família em que as palavras de ordem foram sobretudo a solidariedade e amizade sem olhar a quem, valores que o ZÉ sempre soube preservar com o coração aberto.
Toda a educação básica do Zé Gémeo se processou nesta cidade, desde o Jardim-Escola João de Deus, passando pela Escola Primária Conde Ferreira e Ensino Preparatório na Velha Academia Figueirense, bem como posteriormente o Secundário no então Novo Liceu Nacional da Figueira da Foz.
Foi a partir do enlace do Zé com a Rosa, já em Abril de 1990, que em seu nome pessoal e como sócio gerente do Restaurante Búzio, se dedicou à defesa, valorização, difusão e promoção da Cozinha Regional da Figueira da Foz, bem como de outras Regiões.
Participou nos mais diversos eventos gastronómicos e culturais, nomeadamente nos da “Confraria do Arroz e do Mar”, tendo sempre por objectivo difundir e promover a nossa gastronomia desde o Arroz ao Pescado da Figueira da Foz e Baixo Mondego, difundindo igualmente os vinhos da região da Figueira, levando o nome da Figueira da Foz aos mais variados destinos.
Nos numerosos eventos, convívios e festivais gastronómicos em que cooperou promoveu sempre o nome da Figueira quer a nível nacional quer a nível internacional, tendo participado no Festival Gastronómico de Santarém, de Lisboa, chegando a representar o Município da Figueira da Foz na Casa de Portugal em Toronto, no Canadá.
F.Foz, 19.Setembro.2009
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Como foi dito, o Zé Henrique colaborou por diversas vezes com a Confraria do Arroz e do Mar, a última das quais aquando da Feira Gastronómica de Santarém, ocasião em que o Zé manifestou vontade de pertencer à Confraria. A intenção desta entronização datava assim de há meses atrás, o que não foi possível concretizar por “falta de tempo”.
Uma vez que não tinha havido mais nenhum Capítulo após a participação da Confraria na Feira de Santarém foi decidido proceder, agora à entronização do Zé, a título postumo.
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