O Amor é um guarda-chuva, um leque, uma coisa....o que nos puxa a salvar uma pessoa é uma incrível necessidade de proteger, a certeza de que ninguém, salva melhor que nós....
Não é assim que se ama, mas convencemo-nos disso.https://www.youtube.com/watch?v=Xh_AQUYvRvg
Sem apelo nem agravo.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
José Ribeiro e Castro e Adriano Moreira, hoje, às 18:30 horas, na Livraria Férin (ao Chiado).
Adriano MOREIRA é uma das figuras mais destacadas da vida portuguesa contemporânea e uma personalidade que tem marcado profundamente o pensamento político português e, onde e sempre que é feita, a reflexão estratégica de Portugal. Jurista e, como hoje se diz, politólogo, homem da Academia e da Universidade, com uma vida inteira dedicada ao estudo e ao ensino superior e, ocasionalmente, à intervenção e acção políticas de primeiro plano, tem dezenas de títulos publicados ao longo de uma actividade editorial fecunda e inesgotável. Possui sólido prestígio internacional, sobretudo no espaço da Lusofonia, de que foi um conceptualizador visionário e efectivamente pioneiro. Foi um dos primeiros grandes cultores da Ciência Política e das Relações Internacionais em Portugal, com milhares de alunos que passaram pelas suas aulas e colheram os seus ensinamentos, além de exercer uma generosidade social incansável, mantendo, no ano em que fará 92 anos, a aberta disponibilidade que sempre o caracterizou para corresponder às constantes solicitações da sociedade civil que, por todo o país, o quer ouvir, dialogar com ele, aprender com a sua inteligência, experiência e sabedoria. A presença deAdriano MOREIRA no ciclo POLÍTICA & PENSAMENTO: A VOZ DOS LIVROS era, por tudo isso, incontornável.
A oportunidade surgiu nesta altura em que se aproximam as comemorações dos 40 anos sobre o 25 de Abril. Na verdade, é da pena de Adriano MOREIRA a primeira reflexão profunda e estruturada sobre a Revolução e algumas das suas facetas mais relevantes, bem como o seu impacto geopolítico. Foi esse o seu primeiro livro que li, em 1977:
«O Novíssimo Príncipe»
Análise da Revolução
(Intervenção, 1977)
– um dos seus títulos mais famosos, objecto já de algumas reedições. Numa destas, o editor destaca como esta obra “de uma forma bastante clara e exímia, pinta muito incisivamente o panorama português dos anos setenta, introduzindo e preparando o leitor para compreender as décadas que se sucederam.”
É aqui também que o autor escreveu um dos trechos mais vigorosos do seu patriotismo: «Tudo lhes pertence e nos cabe, porque a Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é um acidente. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber.»
Além de revisitar e actualizar-nos sobre este seu marco de referência a respeito da Revolução que abriu o actual tempo português, Adriano MOREIRA apresentará ainda brevemente o seu êxito mais recente, que é também o último livro que dele li: “Memórias do Outono Ocidental – um Século sem Bússola” (Almedina, 2013), em que o autor passa em revista e reflecte sobre as principais perplexidades que marcam o presente contexto de Portugal, na Europa e no Ocidente.
Largos motivos de interesse e de forte actualidade, para uma hora de reflexão e de diálogo sobre Política no mais nobre e elevado sentido do termo, em torno das encruzilhadas do presente tempo histórico, na próxima segunda-feira, 7 de Abril, às18:30 horas, na Livraria Férin (ao Chiado).
sexta-feira, 28 de março de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Heróis Sem Tempo - R.I.P., Cristophe Midol-Monnet
Somos uma espécie em vias de extinção: ficámos com a fama de pertencer a um tal Quarto Poder. Fugimos tanto, para não aceitar o dinheiro sujo da trama, que devemos dinheiro à banca, morremos de stress, mas, antes, sonhamos como os nossos pais sonharam para os seus filhos.
Sou da geração da revolução mas aprendi que a minha filha também.
Cobri guerras e continuo a relatar todas as etapas sangrentas de todas as revoluções.
E nem sequer sou jornalista por vocação. Fui talhada para jurista, mas a utopia não tem lugar na lei que aprendi....fugi para um mundo global onde ainda continuo à procura da verdade e de sentir que não me perdi, mas sim o mundo que ri de si mesmo num fundo sem espaço para o riso.
Fui poeta da guerra. Fotografei-a, sem perceber nada de fotografia. Aliás:fui perceber a guerra e despercebi-a.
Continuo a ir ao funeral dos meus companheiros de profissão e aos dos camaradas de guerra.
Há um milagre qualquer que me prende a este palco da vida.
Sou da geração da revolução mas aprendi que a minha filha também.
Cobri guerras e continuo a relatar todas as etapas sangrentas de todas as revoluções.
E nem sequer sou jornalista por vocação. Fui talhada para jurista, mas a utopia não tem lugar na lei que aprendi....fugi para um mundo global onde ainda continuo à procura da verdade e de sentir que não me perdi, mas sim o mundo que ri de si mesmo num fundo sem espaço para o riso.
Fui poeta da guerra. Fotografei-a, sem perceber nada de fotografia. Aliás:fui perceber a guerra e despercebi-a.
Continuo a ir ao funeral dos meus companheiros de profissão e aos dos camaradas de guerra.
Há um milagre qualquer que me prende a este palco da vida.
Hoje, o milagre veio de Christophe, o europeísta com quem nunca concordei: mas um gentleman é um gentleman, em qualquer Pensão da Boavista, como diria a nossa melhor voz: Fermando Pereira, especialista eficaz em Riso. Nós exageramos, elevamos o absurdo ao público, quando a verdade não chega.
Editoria:
Cristophe Midol.Monnet,
Heróis sem tempo
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Ukraine
STATEMENT
We, the Ukrainian journalists, ask our colleague journalists in other countries and international organizations to do everything in their power to give Ukraine a change to avoid a humanitarian catastrophe and civil war in the center of Europe.
The Ukrainian authorities have made several attempts to forcefully crack down on the protests of the Ukrainians that started as uniquely peaceful rallies in support of European integration of Ukraine. On the eve of November 30, 2013, the authorities first deployed the special task force police for extremely violent beating of rallying students. On January 16, the authorities approved a package of censorship laws, which sparked more street protests. And now the authorities are effectively refusing any actual dialogue and consensus, despite all efforts of international negotiators.
For three months, the authorities are stalling with fulfillment of all demands of protesters: limiting the presidential power through restoring to the Constitution in the wording of 2004, dismissal of the Minister of Internal Affairs Zakharchenko, punishment for those in charge of beating of students and signing of the agreement of association with the European Union. This leads to escalation of violence and confrontation.
The events of the «Black Tuesday» of February 18 showed that the authorities are ready to drown Ukraine in blood, apply firearms and military equipment.
We ask you to be very balanced in covering our current events and avoid stamps of Russian propaganda war, which has been constantly waged since the beginning of protests.
We, the Ukrainian journalists, ask our colleague journalists in other countries and international organizations to do everything in their power to give Ukraine a change to avoid a humanitarian catastrophe and civil war in the center of Europe.
The Ukrainian authorities have made several attempts to forcefully crack down on the protests of the Ukrainians that started as uniquely peaceful rallies in support of European integration of Ukraine. On the eve of November 30, 2013, the authorities first deployed the special task force police for extremely violent beating of rallying students. On January 16, the authorities approved a package of censorship laws, which sparked more street protests. And now the authorities are effectively refusing any actual dialogue and consensus, despite all efforts of international negotiators.
For three months, the authorities are stalling with fulfillment of all demands of protesters: limiting the presidential power through restoring to the Constitution in the wording of 2004, dismissal of the Minister of Internal Affairs Zakharchenko, punishment for those in charge of beating of students and signing of the agreement of association with the European Union. This leads to escalation of violence and confrontation.
The events of the «Black Tuesday» of February 18 showed that the authorities are ready to drown Ukraine in blood, apply firearms and military equipment.
We ask you to be very balanced in covering our current events and avoid stamps of Russian propaganda war, which has been constantly waged since the beginning of protests.
On Maidan, dozens of rally participants from all over Ukraine have been killed, that is why it is not true to the reality to say that it is all «Western Ukrainian extremists» and plays into the desire of Yanukovych’s dictatorship regime to create an impression that this is nothing but a «local conflict of radical elements».
We also ask you to repeatedly raise the issue of introduction of sanctions against Ukrainian officials, as human lives depend on it – literally. Unfortunately, Europe’s footdragging with practical actions has lead to dozens of casualties and hundreds of injured.
We ask you to inform your audiences about offshore bank accounts and companies of corrupt Ukrainian officials, which can leverage them to withdraw their support to the militant regime of Yanukovych, who launched terror against the people he swore to serve.
Background information
Civic movement Stop Censorship" was founded on May 21, 2010. This is an informal group of journalists which has been created in response to the oppression of freedom of speech in Ukraine.
"Stop Censorship" is the initiative of Ukrainian journalists and media NGOs aimed at defending freedom of speech, preventing censorship in Ukraine, as well as combating interference with journalistic activities and violations of professional standards in covering social and political issues.
Civic movement "Stop Censorship" neither supports any political party, nor receives funding from any political party.
To learn more or to join the "Stop Censorship" movement please visit:
http://www.telekritika.ua/ news/2010-05-22/53128its official blog:http://stopcensorship. wordpress.com
or Twitter: http://twitter.com/ StopcensorshipContact person:
Artem Sokolenko, coordinator of Civic movement "Stop Censorship!"
Tel.: + 38 050 440 46 08
e-mail. censor.stop@gmail.com
We also ask you to repeatedly raise the issue of introduction of sanctions against Ukrainian officials, as human lives depend on it – literally. Unfortunately, Europe’s footdragging with practical actions has lead to dozens of casualties and hundreds of injured.
We ask you to inform your audiences about offshore bank accounts and companies of corrupt Ukrainian officials, which can leverage them to withdraw their support to the militant regime of Yanukovych, who launched terror against the people he swore to serve.
Background information
Civic movement Stop Censorship" was founded on May 21, 2010. This is an informal group of journalists which has been created in response to the oppression of freedom of speech in Ukraine.
"Stop Censorship" is the initiative of Ukrainian journalists and media NGOs aimed at defending freedom of speech, preventing censorship in Ukraine, as well as combating interference with journalistic activities and violations of professional standards in covering social and political issues.
Civic movement "Stop Censorship" neither supports any political party, nor receives funding from any political party.
To learn more or to join the "Stop Censorship" movement please visit:
http://www.telekritika.ua/
or Twitter: http://twitter.com/
Artem Sokolenko, coordinator of Civic movement "Stop Censorship!"
Tel.: + 38 050 440 46 08
e-mail. censor.stop@gmail.com
Editoria:
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ukranian journalists
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Morte de felino...um dia
Um dia vou chorar
a morte que a vida me deu
a quem por eles implorou
como eu...
um dia vou chorar
lágrimas que a vida secou
com sangue meu e não só.
Levarei a Deus
o que ele me deu
sentindo e vivendo
outra vez.
Um dia.
Um dia.
Editoria:
Um dia vou chorar
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Morte e Vida: Léte, Avó Trindade e nós todos.
O maior enigma da história é uma verdade comezinha mas inaceitável.
Todos nascemos de um modo violento, às vezes assassino; e todos morremos, tudo acaba.
E não cremos em nada disso enquanto vivemos.
Somos enormes, somos o máximo, fazemos dívidas, fazemos fortunas, lembramos a vida .
curamos ou contagiamos, maus e bons, beras mesmo... somos o que, nalgum ponto da vida resolvemos ser, ficar e glorificar. Ou crescemos ou morremos.
Tudo acaba nessa decisão, mas ninguém quer saber, ninguém fala. Continua-se como um caracol que deixa a casa atrás.
Nestes dois últimos anos deixei de ver caracois com casa....umas lesmas enormes que algum estudioso há-de explicar....
Enfim....
É o meio, a evolução, porque não querermos saber como vai ser: somente chorar um dia quem se foi onde e quem viveu entre nós.
Vamos revivê-los... nas fotos? Nas músicas? Nos gramofones dos avós?
Alguém vai se lembrar que eu era chata? Maluca? Doida de amor pelos meus amigos e familiares? Que eu adorava animais?
A morte dos que passaram serve-me para quê?
Sou morta se fechar os olhos e suspender a respiração debaixo de água até fazer brrrrrrr»?
Sou doida por questionar a Vida, a Morte?
Afinal...estamos aqui de passagem e emprestaram-nos estas horas transformadas em semanas, meses, anos...menos, mais... mais ou menos?
Acordamos quando nascemos para uma vida emprestada? Ou morremos enquanto vivemos para morrer a seguir?
Acho que acabo num templo em Sião para perceber quem sou....ou quem somos....ou num templo escocês....sempre é melhor do que ir para a guerra. Porque cada vez percebo menos da vida. Mas vivo mais e tenho mais anos.
Todos nascemos de um modo violento, às vezes assassino; e todos morremos, tudo acaba.
E não cremos em nada disso enquanto vivemos.
Somos enormes, somos o máximo, fazemos dívidas, fazemos fortunas, lembramos a vida .
curamos ou contagiamos, maus e bons, beras mesmo... somos o que, nalgum ponto da vida resolvemos ser, ficar e glorificar. Ou crescemos ou morremos.
Tudo acaba nessa decisão, mas ninguém quer saber, ninguém fala. Continua-se como um caracol que deixa a casa atrás.
Nestes dois últimos anos deixei de ver caracois com casa....umas lesmas enormes que algum estudioso há-de explicar....
Enfim....
É o meio, a evolução, porque não querermos saber como vai ser: somente chorar um dia quem se foi onde e quem viveu entre nós.
Vamos revivê-los... nas fotos? Nas músicas? Nos gramofones dos avós?
Alguém vai se lembrar que eu era chata? Maluca? Doida de amor pelos meus amigos e familiares? Que eu adorava animais?
A morte dos que passaram serve-me para quê?
Sou morta se fechar os olhos e suspender a respiração debaixo de água até fazer brrrrrrr»?
Sou doida por questionar a Vida, a Morte?
Afinal...estamos aqui de passagem e emprestaram-nos estas horas transformadas em semanas, meses, anos...menos, mais... mais ou menos?
Acordamos quando nascemos para uma vida emprestada? Ou morremos enquanto vivemos para morrer a seguir?
Acho que acabo num templo em Sião para perceber quem sou....ou quem somos....ou num templo escocês....sempre é melhor do que ir para a guerra. Porque cada vez percebo menos da vida. Mas vivo mais e tenho mais anos.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Les culpables
Je jardin public, dèrriere Paul Bocuse, ou il y a des pecheurs de week end . C'est là que, suremente, Mitzie a volé a poisson avec lle hameçon.;.
Pecher dans les petits lacs publics c'est pas interdit en France?
Mitzie:hora da solidariedade
Bem, a Mitzie Gaia está em casa e ainda em risco (até amanhã). Toma anti-inflamatórios e antibióticos, mas há uma parte do fígado que está a evacuar. Tem sido um carnaval para a fazer comer, berber ou usar a liteira (coisa que ela nunca tinha visto, porque é uma gata de rua.
Vai sobreviver porque quero, porque me pediu ajuda e porque muitos amigos estão a enviar energia positiva para ela. Como avancei o primeiro terço da fatura comn o dinheiro dos impostos, e os amigos começaram a contribuir e a pedir Nib, não estando em condições de não aceitar, com falsas modéstias, agradeço, desde já as vossas contribuições. Diretas ou para o Nib que me pedirem pessoalmente, através do meu email mjoaocarvalho@gmail.com. Agradeço, desde já, à Kikas, à Sofia Ramos, à Sandra, à Lu, à Nara, e a todos os que estão a enviar, também, cheques.
Eh bien, Mitzie Gaia est à la maison et encore à risque (jusqu'à demain). Prendre anti-inflammatoires et d'antibiotiques, mais il existe une partie du foie qui est évacuée. Il a été un carnaval pour faire manger, berbère ou utiliser la litière (chose qu'elle n'avait jamais vu, parce que c'est un chat de rue.
Survivront parce que je veux, parce qu'il m'a demandé de l'aide et parce que de nombreux amis envoient énergie positive pour elle. A mesure que j'avançais le premier tiers de la facture du vet avec l'argent de les impôts, et les amis ont commencé à contribuer et a demander le RIB. Je ne suis pas en mesure de ne pas accepter, avec de fausse modestie, et pour ça je remercie, déjà, vos contributions. Vous pouvez le faire directement ou par le RIB que je vous donnerais après votre demande, personnellement, par mon email mjoaocarvalho@gmail.com
Je remercie déjà, Kikas, Sofia Ramos, Sandra, Lu, Nara, et tous ceux qui ont envoyé des chèques.
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