segunda-feira, 15 de abril de 2013

Carta aberta do Sargento Neves Rodrigues






  UMA CARTA QUE CIRCULA PELA INTERNET DE UM SARGENTO DO EXERCITO ... A PASSOS COELHO Carta Registada com Aviso de Recepção SENHOR PRIMEIRO MINISTRO Sou prático e pretendo ser sucinto, como tal, vou directo ao que me move. Tomo esta iniciativa, imbuído de uma profunda tristeza e corrompido por uma revolta sem controlo que só a muito custo, tento dominar. Tenho 59 anos, uma vida preenchida de sofrimento e   vivências que me obrigam a denunciar a pouca vergonha que reina neste país. Quero desde já dizer-lhe que o senhor não me desiludiu politicamente porque sou apolítico e apartidário. Por isso, políticos, ou seja, malabaristas da política, chamo malabaristas para não chamar aldrabões da política e partidos políticos, não me desiludem. A única vez que votei na minha vida foi na 1a candidatura do Exmo Senhor General Ramalho Eanes que foi meu CHEFE e com muito orgulho, é meu Superior Hierárquico e na História do 25 de Abril foi, em minha opinião, o único Comandante Supremo das Forças Armadas, por inerência de funções e por direito de posto e Conduta Ética. Desde há largos anos a esta parte que vejo a minha PÁTRIA, por quem jurei fazer sacrifícios e dar a minha vida, como o fizeram o Senhor meu Pai, que verteu sangue por ELA, assim como vários Familiares e Amigos, culminando num primo que lhe ofereceu o melhor que tem um Ser   Humano:- A VIDA. E o que temos hoje? Um país hipotecado, sem lei, sem justiça e paulatinamente alienado a preço irrisório. Assiste-se a um festival de propagandas eleitorais, promovido por aldrabões e gente sem vergonha, sem decoro, sem ética e sem respeito pelo semelhante, principalmente pelos idosos e crianças. Já não falo na Instituição Militar, que não me espanta estar queda e muda, pois os respectivos chefes perdem toda a legitimidade ao permitirem-se ser nomeados por uns quaisquer políticos, em vez de serem eleitos pelos seus subordinados, no seio da Família Castrense. Assim, sou daqueles que por questão de Ética, se recusam a rever-se nestes chefes assim nomeados. Respeito-os hierarquicamente, pois os Regulamentos assim me obrigam, e, nada mais. De facto, a minha PÁTRIA, transformou-se neste país de vilãos e aldrabões políticos em que o senhor é um deles. Quer desmentir-me? Pode perfeitamente insistir nesse teatro mas tenho   boa memória e sou inteligente. Recordo-me de alguns debates políticos em que o senhor foi protagonista, e lembro-me de promessas que não só não cumpriu, como atraiçoou. Lembro-me perfeitamente de ter chamado várias vezes, mentiroso, ao senhor Sócrates. Por acaso, já fez um exame de consciência, se é que a tem!?! Se o fez, pode facilmente perceber que o adjectivo que usou para definir o senhor Sócrates, é demasiado lisonjeiro para o catalogar a si. Sabe? Na Ética Militar diz-se que “ a consciência é o nosso melhor juiz, enquanto não a assassinarmos”. O senhor já assassinou a sua com a avalanche de mentiras com que tem presenteado o Povo Português. Outra afirmação sua que retenho na memória é de que o senhor disse aos Portugueses, ser “o candidato mais africano”. Penso que se referia ao facto de ter casado com uma Senhora Africana!?! Pois bem, sou Transmontano de nascimento e Africano de crescimento. Nasci com os géneses da   coragem, da lealdade, da verdade, do respeito, da honra e da solidariedade. Foram estes valores morais que aprimorei e interiorizei no meu crescimento Africano. Posso absolutamente garantir-lhe que se o senhor dissesse na Guiné, metade das mentiras que tem dito neste país, já lhe tinham cortado o pescoço. Na Guiné, tuga mintroso, cá tá lebsi ginte garande. Na Guiné, tuga mintroso, cá tem falta di respito pa home e minher garande, nim minino qui cá tene maldade na coraçon. Pois é meu caro senhor, se não souber traduzir as frases atrás escritas, peça à sua Excelentíssima Senhora Esposa que lhe faça esse favor, e desde já, se me permite, com todo o respeito lhe endereço “mantenhas” e tudo “nha respito” e “consideraçon”. Já agora, aproveite a oportunidade para ler, estudar e meditar um pouco sobre a personalidade chamada Amílcar Cabral, para perceber o que é um HOMEM que nasceu para ser Líder, para libertar o seu POVO e   não para o espezinhar e vender a uma qualquer Troika como o senhor e todos os políticos sem vergonha que o antecederam, fizeram e fazem. Mas se o incomoda aprender com um Líder Africano, recorra à história do Senhor Sá Carneiro que de certeza está incomodadíssimo onde quer que Deus o guarde, por ver homens sem palavra a fazerem parte de um partido a quem deu credibilidade e o senhor, bem como outros como o senhor, denigrem e maculam. Senhor Pedro Passos Coelho, saiba que tal como o senhor rasgou as páginas da Constituição que contêm os artigos que o obrigam a cumprir os seus deveres de pagamento dos salários, pensões e subsídios, também eu me recuso a cumprir os artigos dessa mesma Constituição que me possam obrigar a reconhecê-lo como meu 1o ministro. Jurei cumprir e fazer cumprir uma Constituição que obriga os políticos, as F.A. e as Forças de Segurança, a serem o garante da defesa da Pátria e do seu Povo. Não cumpro nem   defendo, uma Constituição adulterada por si e por uma justiça que fecha os olhos a toda esta vilanice. Muito teria para lhe dizer mas, prometi ser sucinto. É muito mais demolidor o sentimento de raiva, de revolta de indignação, do que tudo o que escrevi. Para que não fique com a ideia que me acobardo atrás de um qualquer anonimato, quero dizer-lhe que me chamo José António Neves Rodrigues e que sou com muito orgulho, ética e muita honra, Sargento do Exército Português e ao serviço de um POVO e de uma PÁTRIA que se chama PORTUGAL. Lisboa, 11 de Fevereiro de 2013


Carta Registada com Aviso de Recepção

SENHOR PRIMEIRO MINISTRO

Sou prático e pretendo ser sucinto, como tal,
vou directo ao que me move.

Tomo esta iniciativa, imbuído de uma profunda tristeza e corrompido por uma revolta sem controlo que só a muito custo, tento dominar.

Tenho 59 anos, uma vida preenchida de sofrimento e vivências que me obrigam a denunciar a pouca vergonha que reina neste país.

Quero desde já dizer-lhe que o senhor não me desiludiu politicamente porque sou apolítico e apartidário.

Por isso, políticos, ou seja, malabaristas da política, chamo malabaristas para não chamar aldrabões da política e partidos políticos, não me desiludem.

A única vez que votei na minha vida foi na 1a candidatura do Exmo Senhor General Ramalho Eanes que foi meu CHEFE e com muito orgulho, é meu Superior Hierárquico e na História do 25 de Abril foi, em minha opinião, o único Comandante Supremo das Forças Armadas, por inerência de funções e por direito de posto e Conduta Ética.

Desde há largos anos a esta parte que vejo a minha PÁTRIA, por quem jurei fazer sacrifícios e dar a minha vida, como o fizeram o Senhor meu Pai, que verteu sangue por ELA, assim como vários Familiares e Amigos, culminando num primo que lhe ofereceu o melhor que tem um Ser Humano:- A VIDA.

E o que temos hoje?

Um país hipotecado, sem lei, sem justiça
e paulatinamente alienado a preço irrisório.

Assiste-se a um festival de propagandas eleitorais, promovido por aldrabões e gente sem vergonha, sem decoro, sem ética e sem respeito pelo semelhante, principalmente pelos idosos e crianças.
Já não falo na Instituição Militar, que não me espanta estar queda e muda, pois os respectivos chefes perdem toda a legitimidade ao permitirem-se ser nomeados por uns quaisquer políticos, em vez de serem eleitos pelos seus subordinados, no seio da Família Castrense.

Assim, sou daqueles que por questão de Ética,
se recusam a rever-se nestes chefes assim nomeados.

Respeito-os hierarquicamente, pois os Regulamentos assim me obrigam, e, nada mais.

De facto, a minha PÁTRIA, transformou-se neste país de vilãos e aldrabões políticos em que o senhor é um deles.

Quer desmentir-me?

Pode perfeitamente insistir nesse teatro mas tenho boa memória e sou inteligente.

Recordo-me de alguns debates políticos em que o senhor foi protagonista, e lembro-me de promessas que não só não cumpriu, como atraiçoou.

Lembro-me perfeitamente de ter chamado várias vezes,
mentiroso, ao senhor Sócrates.

Por acaso, já fez um exame de consciência, se é que a tem!?!

Se o fez, pode facilmente perceber que o adjectivo que usou para definir o senhor Sócrates, é demasiado lisonjeiro para o catalogar a si.

Sabe? Na Ética Militar diz-se que “ a consciência é o nosso melhor juiz, enquanto não a assassinarmos”.

O senhor já assassinou a sua com a avalanche de mentiras com que tem presenteado o Povo Português.

Outra afirmação sua que retenho na memória é de que o senhor disse aos Portugueses, ser “o candidato mais africano”.
Penso que se referia ao facto de ter casado com uma Senhora Africana!?!

Pois bem, sou Transmontano de nascimento e Africano de crescimento.

Nasci com os géneses da coragem, da lealdade, da verdade, do respeito, da honra e da solidariedade.

Foram estes valores morais que aprimorei e interiorizei no meu crescimento Africano.

Posso absolutamente garantir-lhe que se o senhor dissesse na Guiné, metade das mentiras que tem dito neste país, já lhe tinham cortado o pescoço.

Na Guiné, tuga mintroso, cá tá lebsi ginte garande.
Na Guiné, tuga mintroso, cá tem falta di respito pa home e minher garande, nim minino qui cá tene maldade na coraçon.

Pois é meu caro senhor, se não souber traduzir as frases atrás escritas, peça à sua Excelentíssima Senhora Esposa que lhe faça esse favor, e desde já, se me permite, com todo o respeito lhe endereço “mantenhas” e tudo “nha respito” e “consideraçon”.

Já agora, aproveite a oportunidade para ler, estudar e meditar um pouco sobre a personalidade chamada Amílcar Cabral, para perceber o que é um HOMEM que nasceu para ser Líder, para libertar o seu POVO e não para o espezinhar e vender a uma qualquer Troika como o senhor e todos os políticos sem vergonha que o antecederam, fizeram e fazem.

Mas se o incomoda aprender com um Líder Africano, recorra à história do Senhor Sá Carneiro que de certeza está incomodadíssimo onde quer que Deus o guarde, por ver homens sem palavra a fazerem parte de um partido a quem deu credibilidade e o senhor, bem como outros como o senhor, denigrem e maculam.

Senhor Pedro Passos Coelho, saiba que tal como o senhor rasgou as páginas da Constituição que contêm os artigos que o obrigam a cumprir os seus deveres de pagamento dos salários, pensões e subsídios, também eu me recuso a cumprir os artigos dessa mesma Constituição que me possam obrigar a reconhecê-lo como meu 1o ministro.

Jurei cumprir e fazer cumprir uma Constituição que obriga os políticos, as F.A. e as Forças de Segurança, a serem o garante da defesa da Pátria e do seu Povo.

Não cumpro nem defendo, uma Constituição adulterada por si e por uma justiça que fecha os olhos a toda esta cambada de aldabrões e malfeitores.

Muito teria para lhe dizer mas, prometi ser sucinto.

É muito mais demolidor o sentimento de raiva, de revolta de indignação, do que tudo o que escrevi.

Para que não fique com a ideia que me acobardo atrás de um qualquer anonimato, quero dizer-lhe que me chamo José António Neves Rodrigues e que sou com muito orgulho, ética e muita honra, Sargento do Exército Português e ao serviço de um POVO e de uma PÁTRIA que se chama PORTUGAL.

Lisboa, 11 de Fevereiro de 2013

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Festas de riso - como se diz nos Açores

Na verdade, não me lembro de rir com tanta vontade de um terceiro episódio da atualidade: 1° a demissão do ministro socialista do Orçamento, por evasão fiscal (tinha esquecidos 600 mil euros na Suíça); 2° A descoberta da 230 milhões de euros de impostos em paísos fiscais: investigação do ICIJ; 3° Demissão de destroyer Relvas. Hoje acredito em milagres.

Evasão fiscal categoricamente negada por um um político em desgra4a.

http://pt.euronews.com/2013/04/03/franca-mentira-categoricamente-negada-de-um-ministro-do-orcamento/

Fuga de 230 milhões de euros de impostos em paísos fiscais: investigação do ICIJ

Para o Rotativas e para a euronews - Maria João Carvalho


Paraísos fiscais foram finalmente “profanados”. Para onde foram 230 mil milhões de euros em impostos?
Uma investigação de 86 jornalistas de 46 países revela negócios obscuros de chefes de estado, membros do governo, políticos, empresários, oligarcas russos, colecionadores de arte espanhóis ou pequenos industriais gregos.
Dois milhões de e-mails, relacionados principalmente com o paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas, revelam negócios de várias personalidades do mundo inteiro em off-shores, locais onde circularão cerca de 32 biliões de dólares (32 milhões de milhões de dólares) livres de impostos. A revelação faz parte de uma investigação jornalística que começou hoje a ser publicada em órgãos de comunicação social em todo o mundo, sob a égide do International Consortium of Investigative Journalists [ICIJ], uma associação sem fins lucrativos com base em Washington (EUA).
Entre os envolvidos nestes e-mails, estão vários políticos, banqueiros e homens de negócios, cujas actividades começaram ou começarão agora a ser escrutinadas em todo o mundo. Alguns exemplos:
Jean-Jacques Augier, co-tesoureiro da campanha eleitoral de François Hollande, lançou uma distribuidora na China com base nas ilhas Caimão e tendo como sócio uma empresa sediada nas Ilhas Virgens Britânicas. Um magnata da construção do Azerbaijão, Hassan Gozal, controla diversas entidades nos nomes das duas filhas do presidente do país. O marido de uma senadora canadiana depositou mais de 1,7 milhões de dólares num off-shore. Pagou as custas em dinheiro e pediu para que as comunicações escritas fossem reduzidas ao mínimo. A mais conhecida colecionadora de arte espanhola, a baronesa Carmen Thyssen-Bornemisza, usa off-shores para comprar quadros. Um dos cinco Van Gogh que adquiriu, Moinho de Água em Gennep, foi comprado através de uma sociedade nas ilhas Cook. Um dos clientes dos off-shores nos Estados Unidos é Denise Rich, ex-mulher do magnata do petróleo Marc Rich, que esteve envolvido em acusações de fuga aos impostos por parte do ex-Presidente Clinton. Denise Rich colocou 144 milhões de dólares no Dry Trust, nas ilhas Cook.
Os dados analisados pelo ICIJ – International Consortium of Investigative Journalists – vieram de duas sociedades especializadas em domicílios offshore: Commonwealth Trust Limited, em Tortola, nas ilhas Virgem britânicas e Portcullis Trustnet, com sede em Singapura.
Investir numa sociedade offshore nada tem de ilegal, à partida, com exceção de ter como objetivo contornar as autoridades fiscais do seu país e não declarar o dinheiro.
Por isso, os próprios países recorrem aos paraísos fiscais: a principal fonte de investimento estrangeiro em cada país que integra o BRIC é um paraíso fiscal. Para a China são as Ilhas Virgens Britânicas o principal investidor; a Índia prefere as Ilhas Maurícias, e a Rússia optou pelo Chipre. O Brasil é dos mais conservadores: a principal fonte é a Holanda.
Significa isto que o investimento externo não é tão estrangeiro assim. As empresas dos próprios países deixam os lucros nos paraísos fiscais, e trazem de volta os valores disfarçados de investimento estrangeiro para evitar pagar os impostos.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Morte do Dr.Costa Alemão


Faleceu ontem o Dr. JOSÉ PEDRO COSTA ALEMÃO TEIXEIRA.

  
Para além de relevante actividade pública e social, Dr. JOSÉ PEDRO COSTA ALEMÃO (como era mais conhecido) foi sempre um Monárquico militante, tendo sido um dos Fundadores da Real Associação de Coimbra, de que foi o 1.º Presidente da Assembleia Geral.
O corpo do Dr. JOSÉ PEDRO COSTA ALEMÃO está no Centro Funerário de Nossa Senhora de Lurdes, em Coimbra, onde se celebrará hoje (dia 28 de Março), pelas 14h30, Missa de corpo presente, seguindo depois o funeral para o complexo funerário da Figueira da Foz

quarta-feira, 27 de março de 2013

Chipre/Galiza


Semana Santa em Viveiro-Galiza - Pedido do Consul Honorário de Chipre, António Fonseca, aqui publico:
Caros amigos,
Um grupo de amigos de Chipre do norte da Galiza escreveu-nos propondo intercambiar informação. Nesta sua primeira sugestão dão a conhecer as celebrações da Semana Santa numa localidade típica costeira da Galiza.
Recomendamos uma visita a Viveiro se possível durante esta importante festa religiosa.
Viveiro
Semana Santa Grande numa cidade pequena
A cidade medieval de Viveiro no norte da província de Lugo na Galiza entende-se por três núcleos importantes: centro histórico, praia de Covas e porto pesqueiro de Celeiro. A sua população atual é de pouco mais de 16 mil habitantes.

A partir do século XII Viveiro conhece um grande desenvolvimento económico alcançando o estatuto de cidade em 1346.

O centro histórico de Viveiro com os seus numerosos monumentos mantém a sua estrutura ancestral com ruas estreitas a maioria das quais ligadas aos ofícios praticados pelos seus habitantes.

A Semana Santa de Viveiro foi declarada de interesse turístico nacional em 1988. É a celebração Pascal mais importante da Galiza tanto pela riqueza das suas imagens como pela sua antiguidade que remonta à Idade Média com o assentamento na cidade das ordens de S. Francisco e de S. Domingos. Estas Ordens religiosas deram origem às duas Confrarias mais antigas, a Venerável Ordem Terceira Franciscana e a Ilustre Confraria do Rosário que celebram desde tempos remotos os dois principais eventos da Semana Santa: o Encontro que se realiza na manhã de Sexta Feira Santa com figuras articuladas e a Descida da Cruz que tem as mesmas características e que tem lugar durante a tarde de Sexta Feira Santa.

A Semana Santa sofreu no decurso dos séculos um contínuo processo de melhorias, novas procissões e introdução de novas imagens aliando a tradição com a inovação mas sempre conservando a sobriedade e humildade das ordens religiosas.

Nos anos 40 do século XX a Semana Santa conheceu um grande impulso com a criação de novas Confrarias e com a participação massiva de 3 mil dos seus habitantes na vida das oito Confrarias atualmente existentes.

O visitante encontrará um completo programa de procissões, actos litúrgicos, exposições e concertos desde Sexta Feira das Dores até Domingo da Ressurreição.
António Fonseca
Consul Honorário da República de Chipre




sexta-feira, 22 de março de 2013

Só faltava

Só faltava mesmo a moção de censura para que gastássemos mais uns cobres e mudassem as figuras do xadrez. Ou o governo convida uns notáveis do PS para a coligação, género governo de salvação nacional, ou estamos em crise aberta e profunda. Não me conformo com a falta de bom senso dos políticos (deviam passar a metade, é verdade, e serem apenas servidores do bem comum). Seguro não tem sentido de Estado - critica para abater, como uma varina no mercado (que me desculpem as senhoras com os seus pregões)...Passos convidou Relvas para vender Portugal a Angola - portanto está riscado. Gostava de ouvir os Mais Velhos, os que vêm de trás e têm obra feita. Género Conclave de Portugal. Nada dos que fugiram para branqueamento da imagem em altos cargos, temos vários, nem vale a pena nomear...mas a Fundação da Capital da Cultura foi um exemplo gritante.
E depois há os mestres de obras CEO's das grandes empresas públicas e privadas da política que, depois de silenciados os escândalos, anunciam o regresso.
Portanto, Jorge Coelho, Teixeira dos Santos, Sócrates (não é o da honrosa cicuta)...vão todos voltar.
Ainda não passou pela cabeça de ninguém ir procurar os 4 mil milhões de euros que faltam aos banqueiros que colocaram dinheiro do BPN nas ilhas Caimão e outros paraísos fiscais.
Tenho imensa pena, porque Portugal é o meu amado país. Sem timoneiro, lindo, com gente boa e louca, mas ingovernável, como disse o mensageiro de César Augusto ao chegar á Lusitânia.

Quanto ao anunciado comentador ex-primeiro Pinóquio do país:
Pedro Silva Pereira, ex-assessor de Sócrates, acha normal o regresso do "engenheiro/filósofo", que nem vai regressar à política nacional...
tem todos os seus direitos, à liberdade de expressão.
O povo português também tem todo o direito que a corrupção dos políticos seja penalizada, legislada.

Portanto, entreguem a legislação aos membros do parlamento e não a gabinetes de advogados que tecem buraquinhos na teia da lei para que os poderosos, do passado, presente, e futuro, jamais sejam julgados.

da Europa para o Japão: greve na Lufthansa

 
Penso em comida de Nagoya para ficar zen...a minha cunhada e sobrinha estão em trânsito para o Japão. Com o meu irmão, tiveram o cuidado de escolher a companhia aérea que menos hipótese tinha de as deixar em terra. Pouca sorte. A Lufthansa está em greve e enviou-as 12 horas depois do previsto, fazer escala em Amsterdão e mudar de avião em Pequim.
 
 
 






 





 
Já agora: não acham que há uma qualquer influência da cerâmica portuguesa Bordalo Pinheiro no 7º prato? Eram 14.
 




 

terça-feira, 19 de março de 2013

Monarquia vai à Escola



"Todos achamos que o mundo começa quando nascemos...mas não é bem
assim". Este foi o mote para a dinâmica palestra de João Lancastre e
Távora, orador da Causa Real de Lisboa*, na  Biblioteca Escolar Dr.
João de Barros da Figueira da Foz,  na manhã de sexta-feira que fechou
o período escolar antes das férias da Páscoa.
 As bandeiras da História de Portugal para os alunos e convidados
enquadraram um ambiente de curiosidade, provocação intelectual e algum
revivalismo, ao som de um velho gramofone e com uma exposição de
exemplares de jornais e livros de início do séc XIX.
A Drª Helena Santos, professora de História, e elemento da equipa da
Biblioteca Escolar, tendo por base o projeto global de O Museu vai à
Escola- em parceria com o Museu Municipal Dr. Santos Rocha, integrado
nos serviços educativos daquele museu, idealizou o alargamento dos
conteúdos do 9º ano na disciplina de História à realização da
conferência do orador da Causa Real, João Távora, coadjuvado pelo
presidente da Real Associação de Coimbra, o advogado Joaquim Nora.
A responsável bibliotecária do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana
da Figueira da Foz, Isabel Lucas (Matemática e Físico-Química),
acarinhou e deu voz ao projeto, que foi designado de "Monarquia,
Passado e Presente."
A atividade foi ainda articulada com o Departamento de Ciências
Sociais e Humanas.

Cerca de meia centena de alunos deste Agrupamento teve, pela primeira
vez, contacto com alguns personagens que falaram na primeira pessoa da
nossa história.
Decorreu, simultaneamente, uma mostra de histórias da História, de
Sousa Martins, Conde do Lavradio, etc, e de alguns jornais (franceses
e portugueses (António Maria com Bordalo Pinheiro) de 1827 até ao
Regicídio, da bibiblioteca Castilho da Costa Raposo de Medeiros, de Marta Carvalho, 
da Reta Monarquia da Figueira da Foz
Os convidados foram presenteados com exemplares do livro de João de
Barros e distribuiram o último exemplar da Revista da Causa Real que
destaca Dona Adelaide de Bragança. Os alunos também tiveram direito a
brindes. Um dos momentos altos da palestra foi a audição de uma marcha
reproduzida num gramofone em disco de resina e cola.

O objetivo da iniciativa foi a abordagem do passado histórico com
enquadramento da monarquia nos dias de hoje em contexto democrático.




Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz
Escola EB 2,3ºCiclos Dr. João de Barros

Avenida Doutor Manuel Gaspar de Lemos 29, 3080 Figueira da Foz
telf. 233 401 620



* João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no
Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de
sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor:
casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação
e do Marketing. Participando em diversos projectos de participação
cívica, é dirigente associativo e participa em vários blogues,
projectos de intervenção e comunicação política.