Agradeço em nome de toda a família as condolências que enviaram.
Goethe:
" Quem não experimenta
morrer e nascer sem interrupção,
será sempre um hóspede sombrio
nesta triste Terra"
terça-feira, 26 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Guterres alerta para drama da fome e da seca
Fome e seca no Quénia e na Somália, MJC com Beatriz Beiras para a euronews
Editoria:
fome em África,
Guterres,
seca
terça-feira, 12 de julho de 2011
Piratas? Onde? Quem?
É importante e urgente ver este vídeo. Partilhá-lo também é uma obrigação. E, claro, prosseguir as investigações, questionar a missão Atalanta e indagar que movimentos de cargueiros é que anda no vaivém da Somália...inquirir Espanha e França sobre o lixo tóxico...
http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a
Como não consigo fazer o link, hoje, copiem vocês para ver o vídeo. Coloquem as legendas em português.
http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a
Como não consigo fazer o link, hoje, copiem vocês para ver o vídeo. Coloquem as legendas em português.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
dor
A dor não se isola como um vírus ou bactéria. Percebo que é um sintoma e um impulso electro-emocional que podemos interromper com morfina ou auto-sugestão. Mandamo-la para outro lado e "deexistimos" durante os momentos de autoconvencimento. Não nos livramos da dita, mas tratamo-la por tu e como merece.
Psicossomaticamente doi-me o polegar em que as enfermeiras forçaram a pressão para que eu própria largasse o gás para me entontecer e, quiçá, causar uma septicémia. Optei por gritar para dentro, ignorar a dor. Quis viver e optei por um tortuoso caminho.
Vem isto a propósito da dor extrema e das opções que tomamos. Nenhuma é a melhor. A minha irmã lida com a dor dela o melhor que sabe e eu ainda me pergunto o que faria no lugar dela.
Comprei uma nova guitarra e estou a compor... nada sobre a dor ou sobre sofrimento, mas sobre liberdade e beleza absoluta. A vida tem destes mistérios.
E regressei ao meu amor pela História. Reexploro.
Psicossomaticamente doi-me o polegar em que as enfermeiras forçaram a pressão para que eu própria largasse o gás para me entontecer e, quiçá, causar uma septicémia. Optei por gritar para dentro, ignorar a dor. Quis viver e optei por um tortuoso caminho.
Vem isto a propósito da dor extrema e das opções que tomamos. Nenhuma é a melhor. A minha irmã lida com a dor dela o melhor que sabe e eu ainda me pergunto o que faria no lugar dela.
Comprei uma nova guitarra e estou a compor... nada sobre a dor ou sobre sofrimento, mas sobre liberdade e beleza absoluta. A vida tem destes mistérios.
E regressei ao meu amor pela História. Reexploro.
Editoria:
dor,
História,
sentimentos
O escândalo em Guimarães
Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães ( e porque é que a autarquia não assumiu o trabalho e teve de se criar uma fundação despesista?)
Figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura
2012:Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos>
administradores e de outros
- Cristina Azevedo - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano, em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!! Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !
*Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!! Alguém acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?
Figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura
2012:Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos>
administradores e de outros
- Cristina Azevedo - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano, em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!! Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !
*Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!! Alguém acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Nada me faltará
Última crónica de Maria José Nogueira Pinto no Diário de Notícias

Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.

Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.
sábado, 2 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Libertação de reféns dos talibãs afegãos

Os dois jornalistas da France Trois, reféns no Afeganistão, foram LIBERTADOS. Já estávamos a perder a esperança, desconfiávamos do silênciio...Hervé Ghesquière e Stéphane Taponier estiveram sequestrados pelos talibãs entre dezembro de 2009 e juinho 2011.
Editoria:
Afeganistão,
Jornalistas,
reféns
Grécia sobe impostos para receber 2° pacote da ajuda
Os impostos parecem ser a preocupação central do plano de austeridade de Papandreu e dos credores da Grécia. Mas não o dinheiro de quem foge aos impostos.
O novo plano contempla medidas para arrecadar mais de 14,09 mil milhões de euros em impostos nos próximos quatro anos, ou seja, 649 milhões de euros a mais do que na versão inicial, anunciada em meados de junho.
Entre essas subidas de impostos, a nova taxa solidária que supõe uma retenção fiscal de 1 a 5 % sobre os impostos de quem ganha mais de 12 mil euros por ano.
Calcula-se que esta medida faça ganhar ao erário público 1,38 mil milhões de euros .
O IVA de bares e restaurantes vai passar de 13 para 23%
A isenção fiscal passa a ser apenas para quem ganha 8 mil euros anuais e não, como anteriormente, até 12 mil euros.
Também se cria um imposto sobre os bens de luxo, iates, piscinas e carros.
E aumenta o imposto sobre a propriedade.
.
Os impostos e quem os paga é um assunto que suscita polémica na Grécia.
Até o novo ministro das Finanças reconheceu as injustiças do sistema, ao mesmo tempo em que pediu ao Parlamento para aprovar o seu plano.
"A nossa principal prioridade é estabelecer um novo sistema de impostos, que tenha uma ampla aceitação, que ponha fim à flagrante injustiça que faz com que quem não foge aos impostos pague mais do que quem foge."
Mas Venizelos e Papandreou vão ter dificuldades em convencer à oposição a apoiá-los. Os apelos ao patriotismo caem em saco roto, tanto na ala mais esquerdista do governamento como na ala da direita da Nova Democracia.
Este é o prognóstico do analista George Tzogopoulos:
"Acho que o líder de Nova Democracia vai pedir a convocação de eleições antecipadas e a opinião pública continuará a sentir-se defraudada no futuro."
Na rua o sentimento dominante é de revolta: as novas medidas cortam entre 3 e 4 por cento dos rendimentos da classe média grega. Muitos consideram que as medidas se fazem à conta de quem paga os seus impostos e são inúteis na hora de lutar contra quem pratica as fraudes.
.
O novo plano contempla medidas para arrecadar mais de 14,09 mil milhões de euros em impostos nos próximos quatro anos, ou seja, 649 milhões de euros a mais do que na versão inicial, anunciada em meados de junho.
Entre essas subidas de impostos, a nova taxa solidária que supõe uma retenção fiscal de 1 a 5 % sobre os impostos de quem ganha mais de 12 mil euros por ano.
Calcula-se que esta medida faça ganhar ao erário público 1,38 mil milhões de euros .
O IVA de bares e restaurantes vai passar de 13 para 23%
A isenção fiscal passa a ser apenas para quem ganha 8 mil euros anuais e não, como anteriormente, até 12 mil euros.
Também se cria um imposto sobre os bens de luxo, iates, piscinas e carros.
E aumenta o imposto sobre a propriedade.
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Os impostos e quem os paga é um assunto que suscita polémica na Grécia.
Até o novo ministro das Finanças reconheceu as injustiças do sistema, ao mesmo tempo em que pediu ao Parlamento para aprovar o seu plano.
"A nossa principal prioridade é estabelecer um novo sistema de impostos, que tenha uma ampla aceitação, que ponha fim à flagrante injustiça que faz com que quem não foge aos impostos pague mais do que quem foge."
Mas Venizelos e Papandreou vão ter dificuldades em convencer à oposição a apoiá-los. Os apelos ao patriotismo caem em saco roto, tanto na ala mais esquerdista do governamento como na ala da direita da Nova Democracia.
Este é o prognóstico do analista George Tzogopoulos:
"Acho que o líder de Nova Democracia vai pedir a convocação de eleições antecipadas e a opinião pública continuará a sentir-se defraudada no futuro."
Na rua o sentimento dominante é de revolta: as novas medidas cortam entre 3 e 4 por cento dos rendimentos da classe média grega. Muitos consideram que as medidas se fazem à conta de quem paga os seus impostos e são inúteis na hora de lutar contra quem pratica as fraudes.
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